Archive for the ‘Sem categoria’ Category

Táin Bó Cúailnge

Saturday, November 15th, 2008

Lançamento do Pó de Parede

Wednesday, June 18th, 2008

“Esse debate é para sacanear o mago da arquitetura.”

Sunday, January 27th, 2008

Trechos de outra ótima matéria da ISTOÉ desta semana – porque, segundo experiências nova-corjísticas, nada causa mais gritaria e surto do que falar mal do Linux, da Apple e do Niemeyer, o maior filósofo brasileiro de todos os tempos:

O Niemeyer que deu errado

Prédios projetados pelo arquiteto em Brasília precisam de adaptação para funcionar

A obra do arquiteto Oscar Niemeyer é admirada em todo o mundo. (…) Um gênio? Sem dúvida. Mas os gênios também têm momentos ruins e com Niemeyer não é diferente. Ele costuma ser criticado por projetos pouco funcionais, inúteis e até de gosto duvidoso. A mais recente obra do arquiteto na capital federal – o museu e a biblioteca do Conjunto Cultural de Brasília, inaugurados há pouco mais de um ano – reúne todas essas características. “É uma desonra para um país como o Brasil e desconfortável para a arte”, disse o jornal The New York Times [matéria completa aqui], referindo-se à falta de luz natural do museu que mais parece uma cuia. O diário nova-iorquino vai mais longe e diz que as obras de Niemeyer são “mal acabadas” e seus edifícios “descuidados”.

As críticas ecoam por aqui. “A biblioteca e o museu são fabulosamente ruins. O museu parece mais uma colina de material de construção, tudo por dentro e por fora é malfeito. A biblioteca é caso de Procon”, diz Frederico Flósculo, professor de arquitetura e urbanismo da Universidade de Brasília. “Oscar se esqueceu completamente do usuário. Esse museu serve mais para ser o memorial Niemeyer e mesmo assim só dá para entrar com ar-condicionado.” O museu não tem acervo nem função. Claro, a culpa por não expor obras pode ser creditada aos curadores. Mas o espaço é também criticado por ser escuro e fechado. A mostra mais importante até o momento foi a do próprio Niemeyer. “O museu é limitado a determinados tipos de exposições. É um grande salão”, diz o arquiteto Daniel Mangabeira. “Niemeyer pecou na funcionalidade e isso trouxe prejuízos ao público.”

A Biblioteca Nacional é uma réplica dos edifícios do realismo soviético dos anos 50, presentes nos primeiros blocos de apartamentos de Brasília. Inaugurados em 1960, eles hoje sofrem grande desvalorização por questões estéticas. O prédio é todo guarnecido de vidros e fica virado para o poente, sob o sol escaldante de Brasília. (…) O Conjunto Cultural conseguiu ainda atrapalhar a vista da majestosa Esplanada dos Ministérios para quem chega pelo Eixo Monumental pelo Oeste.

O Memorial dos Povos Indígenas é outra obra que ficou anos ociosa. Espécie de parafuso gigante que leva a uma oca, recebeu uma película roxa nos vidros para conter o calor. Aliás, este é um dos maiores problemas dos prédios de Niemeyer em Brasília. Recentemente, o governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, sentiu o drama na pele. Ele resolveu celebrar a passagem de seu aniversário na Catedral, espécie de igreja-estufa nos dias mais quentes. Arruda foi sucumbindo aos poucos ao calor, tirou o blaser e arregaçou as mangas da camisa azul que, antes mesmo do ritual da comunhão, estava encharcada.

Atrás de todos esses projetos está o escritório de Niemeyer em Brasília, que não passa por crises por ter a preferência para novas criações na capital, com preço 30% acima dos de mercado, segundo especialistas. Seus discípulos não gostam de discutir as obras do mestre que deram errado. “Esse debate é para sacanear o mago da arquitetura”, reclama Carlos Magalhães, sócio de Niemeyer.”

De voLLta e com o EAD & Tech

Thursday, December 20th, 2007

Depois de alguns bugs do WordPress e um template novo, estou de volta. Enquanto não acho um título bom para o blog (já que não estou mais em “Exílio Político“), vai ficando a url mesmo aí em cima.

Na verdade, esse post é para retomar o blog e para divulgar o meu quarto blog: EAD & Tech – Educação a distância e tecnologia. Explicações estão no primeiro post.

Tradução mais rápida do universo

Sunday, September 2nd, 2007

As Benevolentes – O romance do franco-americano Jonathan Littell, ganhador do Prêmio Goncourt no ano passado, apóia-se na mitologia grega para narrar as experiências de um carrasco nazista. Tradução de André Telles. Ed. Objetiva/Alfaguara (tel. 0/ xx/ 21/ 2199-7824). 912 págs., R$ 79,90.” (Os Dez +, Carderno Mais!, Folha de S. Paulo, 02/09/07).

E eu me arrastando miseravelmente ainda na página 300 do original com 905 páginas recheadas das menores letras já vistas.

Rap do kebab em chamas

Tuesday, August 7th, 2007

Um dos $u$e$$os deste verão francês fracassado é o turco Lil’Maaz, vendedor de kebab no restaurande cher Diyar, na praça Jacques-Froment, no bairro XVIII de Paris.

Lil’Maaz postou um vídeo de dar dor de tão tosco no Dailymotion. O 20minutes divulgou e Lil’Maaz estourou NAS PARADAS. Até este exato momento o vídeo já foi visto 438.716 vezes. Lil’Maaz fechou um contrato ontem com a EMI France e agora divulga sua arrrrte no site www.mangedukebab.com.

Quem já veio para a França sabe: o país que “inventou” a “culinária” é a maior Havaianas da Adidas do universo. Menus (entrada, prato principal e sobremesa) pelo preço da morte, servidos em porções minúsculas, são praticamente a única opção nos restaurantes. Paris, mais especificamente, é um grande programa lixo de culinária de TV a cabo em que algum débil passa 1 hora preparando alguma coisa e o resultado é uma porção de 50 gramas decorada com uma folhinha e duas gotas de molho.

Não espanta, portanto, que quem queira comer de verdade, ou seja, sem a afetação francesa, tenha que recorrer, entre outras opções estrangeiras (comida chinesa e alemã, por exemplo) ao ALIMENTO UNIVERSAL: kebab, shawarma, gyros ou simplesmente sanduíche grego – dependendo da língua e cada um com sua especifidade.

Lil’Maaz = única réplica possível ao LG.

Paulo Coelho = a verdade

Saturday, August 4th, 2007

Na minha juventude, fui obrigado a gostar de Bergman. Se não gostasse, era marginalizado. Hoje posso dizer: embora o homem seja fascinante, seus filmes são chatíssimos.

Paulo Coelho, escritor (Veja essa, Veja, 08/03/07)

Sunshine

Wednesday, April 11th, 2007

Minha obsessão doentia por ficção científica me impede de fazer julgamentos decentes sobre qualquer filme do gênero. Basta ter um mínimo de qualidade que já saio elogiando.

Só posso dizer que fazia tempo que um filme não me transtornava tanto quanto o Sunshine, que estreou hoje em Paris (filmes estréiam nas quartas-feiras aqui) e chega nesta sexta-feira no Brasil. E isso que não sou de me chocar com muita coisa que vejo no cinema.

Mas, pensando bem, acho que o transtorno não foi muito diferente do que quando vi o 28 Days Later… Danny Boyle é absolutamente genial.

Homenagem de Taís Campelo a Gabriel

Sunday, December 10th, 2006

Nossos planos de dominação mundial sempre começavam com intervenções urbanas devastadoras que levariam a população refletir sobre As Grandes Questões do Mundo Contemporâneo. Então traçaríamos estratégias para converter a consciência em ação concreta e o futuro apocalíptico em um ambiente perfeito. Ele me chamava de Comunista e ajudava a escolher meus sapatos. E concebia toda A Criação, Rípi, com os olhinhos sorridentes a cada idéia. Gabriel, vamos para a Tanzânia no ano que vêm? Claro que sim, quem sabe mudar algo no planeta?

Sem perceber enquanto passávamos horas discutindo o universo, Gabriel mostrou que eu não precisava fingir de auto-suficiente. E ensinou que eu me deixasse mimar. Interrompia as minhas birras resmungonas com um ríspido “pára, Taís” antes de uma gargalhada levada: era a senha para ir atrás de algo para comer e me deixar alegre. Foi depois de uma Tempestade que esse menino soube cuidar tão bem de mim. E me ajudou a tirar a máscara para encarar a vida com mais leveza. Será que existe uma forma de retribuir isso tudo?

As pessoas que eu amo sempre tiveram a estranha mania de deixar o mundo cedo demais. Nunca me deram tempo de falar o quanto elas foram importantes e como vão fazer falta. Gabriel, vou te guardar cantando Sérgio Sampaio com aquelas entonações diferentes, brincando com a grama e conversando olhando nos olhos. Tu deixou um brilho em nossas vidas em tão pouco tempo e agradeço ao Seu-Lá-Quem-Todo-Poderoso pelo presente de poder ter convivido esses anos contigo. Um beijo, meu querido. Segue em paz.

Taís Campelo

Homenagem a Gabriel Pillar

Saturday, December 9th, 2006


Gabriel Pillar (1984-2006)

Às vezes os ditos populares estão certos… imagens podem valer mais do que palavras. Como ainda é difícil escrever qualquer coisa, resolvemos reunir as melhores fotos do Gabriel. É assim que sempre vamos lembrar dele: rindo, feliz e entre amigos.

Uma homenagem de Fernanda e Walter.

Nem os comunas agüentam

Sunday, December 3rd, 2006

Nem o jornal comunista e falido Libération deixou de tocar o horror no petista venezuelano.